★ Giselle Amorim Cavati, 23 anos.
★ Nasci e vivo em Vitória-ES.
★ Apesar das tentativas de meu pai botafoguense, sou flamenguista de coração.
★ Advogada, que desistiu de tentar uma vaga no curso de Ed. Física.
★ Amo ler, desenhar, ouvir música e dormir, muito por sinal.
★ Sou apaixonada por Chiclete com Banana e não vivo sem chocolate.
★ Sou sincera, muita vezes ajo por impulso, mas se estou errada, peço perdão.
★ Tenho medo (e não gosto) de me decepcionar e de me magoar.
★ Também tenho medo de escuro, de altura, de taruíra e de barata.
★ A solidão não me assusta, nos momentos em que estou sozinha encontro meu equilíbrio.
★ Creio na capacidade que cada um de nós tem de fazer o bem e ser do bem.
★ Dificuldades não me intimidam, as barreiras estão aí para serem transpostas.
★ Tento viver intensamente cada minuto da minha vida como se fosse o último,
uma hora vai ser! Não quero correr o risco de partir sem ter aproveitado minha passagem por aqui.
★ Vou todos os dias ao encontro de mim mesma, tentando apenas ser feliz, fazendo
algumas pessoas felizes!
★ Desconfio, até que me provem o contrário!
★ Acredito em Deus, no amor e na amizade verdadeira.
★ Não sei viver sem meus amigos.
"Não podemos perder de vista que nenhum embate político, por mais necessário que seja e por mais significativo que seja, não pode permitir que o povo brasileiro seja vítima muitas vezes da pequenez política, da pequenez dos debates que nem sempre conduzem esse povo a um futuro melhor." Apresentaram Lula ao Duda Mendonça e Duda Mendonça convenceu o povo de que Lula deveria ser presidente, mas não nos alertou que para tanto, não bastaria apenas querer e sim, efetivamente sê-lo.
"A esperança venceu o medo" não esqueço dessa frase pronunciada por Lula, com os olhos marejados de lágrimas, no dia do resultado da última eleição presidencial, acompanhado do discurso de que seria presidente "24 horas por dia e 365 dias por ano". O mesmo Lula que agora, no momento em que o país encontra-se atolado em denúncias de corrupção, me "larga" em um dos seus discursos “que o povo não pode ser vítima da pequenez política e pequenez dos debates que nem sempre conduzem a um futuro melhor”, ou seja, os debates políticos das CPIs, não podem prejudicar o povo. É, isso foi dito pelo presidente.
Como bem lembrou Juremir Machado, “Jean Baudrillard ensinou mil vezes que a força de um partido de esquerda está em quase chegar ao poder, tendo a inteligência de, no último momento, esquivar-se da vitória. O PT não quis ouvir e brigou até encastelar-se no Planalto”. É, não ensinaram ao presidente a hora de retirar-se de cena... e ele, que criticou duramente a política de governo de FHC, prometendo "mundos e fundos" em seu governo, também não foi avisado que o sistema de governo “está formado” e que em 4 anos muita coisa não poderia ser mudada e que esse mesmo governo que ele criticava, serviria de base para as idéias que ele deveria por em prática.
E dessa forma, o partido de esquerda deixou de ser esquerda, na verdade, o PT virou "partido do meio”, porque como dizem por aí *rasgando o verbo*, “não trepa nem sai de cima”. O PT deixou de defender algumas de suas idéias, em sua maioria utópicas, e passou apenas a se defender.
Lula sabia ou não do "esquema Mensalão"? Especula-se! Difícil acreditar que o homem, que por anos liderou militâncias contra o governo em todo país, com tanta pertinácia-diga-se de passagem-, seja tão inocente a ponto de não ter tomado conhecimento dessas denúncias antes. A não ser que hoje, ele seja menos experiente do que na década de 80. Inocentes somos nós, ao acreditarmos nisso.
Fala-se em impeachment. Ataca-se e defende-se. “Quem tem que derrubar o presidente é o povo nas eleições em 2006, e não a direita”, diz o secretário-geral do PCB. Mas de quê adianta derrubar o presidente numa eleição que vai ter candidatos que fazem escola nas CPIs do próprio governo Lula? !
É como dizem por aí: “A oportunidade faz o ladrão: o ladrão que não tem oportunidade de roubar, se diz um homem honesto”.E continuaremos pagando políticos para punirem políticos.
Ah, sim, eu votei em Lula e a vulnerabilidade matou minha esperança.